O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) afastou o juiz Paulo Afonso de Oliveira, por suspeita de venda de sentenças. Uma Reclamação Disciplinar investigou sentenças proferidas pelo magistrado nos últimos cinco anos.
O juiz lotado na 2ª Vara/Ofício Cível de Competência Residual foi um dos alvos da Operação ‘Ultima Ratio’ da PF (Polícia Federal). A decisão do afastamento aconteceu na última quinta-feira, por decisão da Corregedoria Nacional de Justiça.
Na decisão do CNJ o texto descreve que há “indícios de envolvimento em esquema de corrupção e fraude judicial”. O ministro Campbell Marques, corregedor geral de justiça, determinou uma medida cautelar com base nos indícios do e documentos compartilhados pelo STF (Supremo Tribunal Federal).
O corregedor solicitou do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) mais informações sobre a conduta do juiz nos processos. Segundo o inquérito, a investigação suspeita de indícios de movimentações financeiras incompatíveis com os rendimentos do juiz da 2ª Vara de Competência Residual.